O governo estadual, liderado pela professora Fátima Bezerra e com o secretário Cadu Xavier, frente das decisões econômicas, parece não encontrar alternativas além de onerar ainda mais os contribuintes. A justificativa para o aumento do imposto é, como sempre, a necessidade de equilibrar as contas públicas. No entanto, a medida ignora o impacto devastador que terá sobre os trabalhadores, que já lutam para sobreviver em um cenário de carestia.
Enquanto isso, a sensação de indignação cresce entre os potiguares. Muitos questionam a falta de criatividade e sensibilidade do governo em buscar soluções que não recaiam sobre os ombros da população. O aumento do ICMS não apenas agrava a situação financeira das famílias, mas também pode gerar um efeito cascata, elevando ainda mais os preços e reduzindo o poder de compra.
É lamentável que, em tempos tão difíceis, a resposta do governo seja aumentar impostos, em vez de buscar alternativas que promovam o desenvolvimento econômico e aliviem o peso sobre os trabalhadores. A população merece mais do que medidas paliativas que apenas perpetuam o ciclo de dificuldades.
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